Nos jardins secretos da Moët & Chandon, o gelo entra na taça e o champanhe aceita hortelã
Em Épernay, a tradição do champanhe se mistura a técnicas inovadoras que transformam a experiência sensorial em algo memorável.

Em Épernay, na região de Champagne, a bebida parece ocupar todos os espaços. O champanhe não está apenas nas taças, mas também nas fachadas das grandes maisons, nas placas de trânsito e nas garrafas em maturação. A cidade oferece um cenário onde o vinho se torna parte da paisagem.
Nos jardins secretos da Moët & Chandon, os visitantes são convidados a experimentar uma técnica que vai além do tradicional. O gelo entra na taça de forma controlada, criando uma temperatura ideal para realçar os aromas. Essa prática, que pode parecer simples, exige precisão e conhecimento técnico.
Além do gelo, a marca introduz a hortelã como elemento aromático. A hortelã, quando adicionada à taça, confere uma leveza que complementa a efervescência do champanhe. A combinação de sabores cria uma experiência sensorial única, que lembra a memória de um jardim em plena primavera.
O preço desse ritual não é mencionado, mas a experiência é descrita como um convite à descoberta. A técnica de gelo e hortelã demonstra que a tradição pode ser reinventada sem perder a essência.
Para quem busca um momento de prazer gastronômico, os jardins secretos da Moët & Chandon oferecem uma oportunidade de explorar o champanhe de maneira inovadora. A prática de adicionar gelo e hortelã na taça é uma prova de que a memória e a técnica podem coexistir em um prato ou bebida.
A publicação Prazeres da Mesa destaca que, embora a tradição seja forte, a inovação continua a ser uma parte vital da experiência champanhe. A combinação de gelo, hortelã e champanhe cria um momento que permanece na memória dos apreciadores.
Para saber mais sobre essa experiência única em Épernay, consulte o artigo completo em Prazeres da Mesa.